<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717</id><updated>2011-10-15T17:16:58.740-07:00</updated><title type='text'>Cristina Barros</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-8737250131613385874</id><published>2009-09-02T06:34:00.001-07:00</published><updated>2009-09-02T06:43:57.823-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Após mais de dois anos sem escrever no meu blog pessoal, resolvi voltar e reativá-lo. O tempo estava escasso e tinha que me dividir em empresária, jornalista, mãe, mulher, amiga, etc. Não que estas atividade eu não continue desempenhando. Mas agora com meu filho na idade maravilhosa de três anos. Posso encontrar um pouco mais de tempo para escrever nesse canal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo ciclo começa, estou em novo empreendimento e vou entrar no mercado de trabalho com minha empresa que vai oferecer serviços na área de comunicação corporativa. A idéia é colocar no blog todo conhecimento que for adquirindo e aprimorando e síntese das novas idéias nessa área para tentar criar o conceito que impera nos grandes centros de assessoria de comunicação junto aos empresários e grupos formadores de opinião, ou os &lt;em&gt;stakeholders&lt;/em&gt; conforme linguajar da comunicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-8737250131613385874?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/8737250131613385874/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=8737250131613385874&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/8737250131613385874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/8737250131613385874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2009/09/apos-mais-de-dois-anos-sem-escrever-no.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-1907314985155165314</id><published>2007-04-26T12:57:00.000-07:00</published><updated>2007-04-26T12:59:37.631-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Socorro! As carretas estão nos imprensando&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Está cada dia mais complicado para quem é obrigado a  trafegar na av. Jorge Teixeira nos horários do rush, conduzir veículos das 7h às 8h30, das 12h às 14h e das 18h às 19h. Lembrem-se que a avenida, “graças” a uma solicitação do prefeito Roberto Sobrinho junto ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), passou para a esfera federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábia a atitude do prefeito que tirou da prefeitura a responsabilidade de manutenção total da via. Segundo notas da época, a prefeitura faria a manutenção “mais simples” através de parcerias com o Dnit. A prefeitura comprometeu-se ainda a estudar, junto com o órgão federal,  projetos para melhorias mais profundas, com um redesenho e ampliação da via por onde trafegam diariamente carretas pesadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A federalização foi confirmada no início do mês de fevereiro do ano passado. Até hoje, nada foi feito, ou nenhum estudo foi divulgado para melhoria da situação da rodovia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema da prefeitura foi resolvido (economia aos cofres municipais),  porém agora cabe aos munícipes terem que reclamar na esfera federal questões que os incomodam todos os dias, exatamente na hora em que vão para o seu trabalho ou retornam para suas casas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dois lugares, acabam chegando estressados! Pois dividir o espaço da rodovia com centenas de carretas que passam por esta ela diariamente não é nada fácil. Devo ressaltar que muitos  enfrentam essa situação até quatro vezes por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas (as carretas), imprensam  os veículos pequenos com aquela “imensidão” e suas mais de 40t, e dizem, através de suas ações: “chega pra lá que to passando!; sai da frente que eu vou passar por cima!; fica parado que eu vou passar no sinal vermelho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do tempo exíguo que a maioria das pessoas tem  para chegar ao seu destino (seja casa, trabalho, escola dos filhos, faculdade, etc), são obrigadas a  permitir que aqueles “monstros” usem seu precioso tempo, ultrapassem e passem,  tranqüilamente, embaixo do sinal vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que já era tempo de a sociedade de forma organizada, porém insistente, pedir por uma ação imediata dos poderes em procurar amenizar a situação para os condutores, tanto dos veículos leves, como dos pesados, na  avenida Jorge Teixeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa sugestão seria montar calendário de horário para que as carretas possam trafegar na via, evitando os horários de pico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o famoso “anel viário” não sai é preciso fazer uma “Operação Horário de Pico na avenida Jorge Teixeira”. Que tal embarcar nessa idéia  senhores deputados, vereadores, prefeito, governador e  superintendente do Dnit?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-1907314985155165314?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/1907314985155165314/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=1907314985155165314&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/1907314985155165314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/1907314985155165314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/04/socorro-as-carretas-esto-nos.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-8264467181510807393</id><published>2007-04-16T13:04:00.000-07:00</published><updated>2007-04-16T13:14:43.821-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_0SLRL20xpzk/RiPXl0_4zYI/AAAAAAAAAAo/co_5lnnbT_E/s1600-h/foto+cristina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054120251721567618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_0SLRL20xpzk/RiPXl0_4zYI/AAAAAAAAAAo/co_5lnnbT_E/s320/foto+cristina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Um ano sem você, meu velho "João Puruca”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que foi ontem... eu ainda menina andava pela rua Duque de Caxias, bem ali no cruzamento onde está a caixa d’água e o prédio da Caerd. Ele trabalhava bem em frente à Companhia de Águas, na Etesco. Era conhecido por muitos naquela época como o homem do chapéu branco (alusão ao capacete que usava na cabeça de cor branca),  ou mesmo por “João Pururuca”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que nos via (eu as minhas duas irmãs, Eliana e Ana Cláudia), fazia questão de comprar na mercearia da esquina um “chicolate prá nós” (traduzindo: chocolate).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nem gosto dessa iguaria nos dias de hoje, mas a cena que se tornou para nós (em nossa infância), tão comum, era o símbolo que selou o início de nossa amizade, companheirismo, respeito e amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem poderia imaginar naquela época que ele se tornaria companheiro de minha mãe e meu Pai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mesmo: Pai. Jamais ousaria dizer meu padrasto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram mais de 20 anos juntos. Um relacionamento de pai e filha cheio de compreensão, carinho e dedicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah pai! Foram tantas as sábias palavras que você me disse e que servem para mim até hoje. Sempre me ensinou a respeitar as pessoas, a ouvir mais que falar, a primar por bons relacionamentos, a ser fiel às amizades, me cercar de pessoas boas, valorizar o trabalho, a educação, a paz e a harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você foi meu guia. Sempre me confortou nos momentos de tristeza, tensão. Tinha a palavra certa na hora da dúvida. Me defendia, brigava pela minha liberdade e confiava em mim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo depois que sai de casa, nossa amizade não morreu. Almoçávamos, jantávamos juntos. Sempre fizemos por onde passar os natais juntos. Você valorizava demais essas datas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje faz um ano que você se foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutou por cinco meses na cama em uma UTI, após um derrame. Eu não pude te ver, mas minha mãe e minhas irmãs, que te visitavam, diziam da sua felicidade ao ver alguém da família. Você mostrava que iria retornar para nós. Seus olhos brilhavam você gesticulava e nos passava força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém chegou uma hora que você não agüentou mais lutar. Essa vida que você tanto amava tinha que ficar para trás e dar lugar a outra. Em outro lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi num domingo de páscoa. Essa palavra que na sua origem, em hebraico, significa “passagem”. Você passou papai! Lutou o quanto pode, mas no dia da “passagem”, se deixou levar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome e suas atividades ficaram registradas na memória daqueles que o conheceram. Um engenheiro civil, uma vez me falou que o velho “João Pururuca” era a biblioteca viva da cidade, pois trazia em sua mente toda a rede hidráulica de Porto Velho e ainda de muitos distritos e municípios do Estado. “Ele sabe tudo, onde quebrar, de onde vem, para onde vai, quantidade de rede hidráulica, é incrível”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os últimos 19 anos de sua vida dedicou à companhia de água de Rondônia. Tinha um verdadeiro amor pelo seu trabalho. Realizava com afinco e dedicação as atividades que a ela eram designadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia do seu enterro, os colegas fizeram questão que ele passasse naquele cruzamento, na Duque de Caxias com a João Goulart. Lá onde ainda está a velha caixa d’água. Aquele mesmo local onde nos conhecemos e que também foi palco para que ele solidificasse suas maiores amizades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos o esperavam passar, alguns abriram as janelas das salas, muitos bateram palmas. Um exemplo de homem digno. Que fez sua parte enquanto vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhou, educou, amou e deixou sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua vida, sua história é exemplo para todos nós. Viveu bem, intensamente e nunca deixou de fazer as coisas que gostava. Parabéns papai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, minha mãe, irmãs, amigos e demais parentes, todos nós lamentamos sua ida, mas continuamos sentindo sua presença ao nosso lado, nos protegendo e nos orientando, pois suas palavras ficaram vivas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;João da Silva Lopes&lt;br /&gt;Nasceu em: 11/10/1938&lt;br /&gt;Faleceu em: 16/04/2006&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-8264467181510807393?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/8264467181510807393/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=8264467181510807393&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/8264467181510807393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/8264467181510807393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/04/um-ano-sem-voc-meu-velho-joo-puruca.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_0SLRL20xpzk/RiPXl0_4zYI/AAAAAAAAAAo/co_5lnnbT_E/s72-c/foto+cristina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-239173323859489836</id><published>2007-04-05T14:19:00.000-07:00</published><updated>2007-04-05T14:31:23.354-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Ovo de Páscoa - Um rito cristão que teve origem nas celebrações pagãs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando essa época tão esperada pelos cristãos achei interessante a pesquisa que fiz com relação à páscoa e ao ovo de páscoa. Na comunidade católica a páscoa representa a ressureição de Cristo, já que o termo “Páscoa” (do hebraico) significa passagem e também porque a “última ceia” de Jesus Cristo, segundo os evangelhos, foi na passagem da páscoa judaíca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa teve origem na libertação do povo de Israel, quando estes eram escravos no Egito. No calendário judaíco essa data ficou conhecida como o &lt;a title="Pessach" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach"&gt;Pessach&lt;/a&gt; (passagem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 325, o Concílio de Nicéia estabeleceu a imagem do ovo para festejar a Páscoa. Porém esse ovo, em muitos povos era o símbolo das celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e que persistiu na idade média entre povos da Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles celebravam &lt;a title="Ostera" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ostera&amp;action=edit"&gt;Ostera&lt;/a&gt;, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o interessante é que antes o ovo de páscoa era de galinha mesmo. Após a adoção pela igreja católica do ovo como símbolo da páscoa, as pessoas costumavam enfeitar os ovos com imagens cristãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a descoberta do chocolate que vinha das américas, no século XVIII, confeiteiros franceses tiveram a idéia de fazer os ovos com &lt;a title="Chocolate" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate"&gt;chocolate&lt;/a&gt;. A partir dai, o comércio tomou conta da singela comemoração cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que a imagem do coelho, vinculada a idéia de coelhinho da páscoa, é graças a sua enorme prole. Ou seja, voltamos com a imagem da deusa Ostera, que segurava um ovo e observava um coelho, que na época já era considerado símbolo da fertilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o simples ato de darmos um ovo de páscoa como símbolo de carinho a um amigo, parente e, principalmente, satisfazer ao desejos consumistas( criados pela cultura ocidental) dos nossos filhos e demais amantes dessa iguaria, historicamente, estamos desejando a eles que tenham uma grande prole!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, grande prole para todos, sem ovo tá bom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vale a pena conferir o resultado da pesquisa que deixo para meus leitores:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PÁSCOA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de &lt;a title="Jesus Cristo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus_Cristo"&gt;Jesus Cristo&lt;/a&gt; &lt;em&gt;(Vitória sobre a morte)&lt;/em&gt; depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido na altura do ano em &lt;a title="30" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/30"&gt;30&lt;/a&gt; ou &lt;a title="33" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/33"&gt;33&lt;/a&gt; d.C. O termo pode referir-se também ao período do &lt;a title="Ano canônico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ano_canÃ´nico"&gt;ano canônico&lt;/a&gt; que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao &lt;a title="Pentecostes" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pentecostes"&gt;Pentecostes&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o &lt;a title="Pessach" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessach"&gt;Pessach&lt;/a&gt; &lt;em&gt;(passagem),&lt;/em&gt; data em que os &lt;a title="Judaísmo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JudaÃ&amp;shy;smo"&gt;judeus&lt;/a&gt; comemoram a a libertação e fuga de seu povo escravizado no &lt;a title="Egipto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Egipto"&gt;Egito&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de &lt;em&gt;“passagem”,&lt;/em&gt; comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “&lt;a title="Seder" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seder"&gt;seder&lt;/a&gt; do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos &lt;a title="Evangelhos sinópticos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelhos_sinÃ³pticos"&gt;Evangelhos sinópticos&lt;/a&gt;. O &lt;a title="Evangelho de João" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evangelho_de_JoÃ£o"&gt;Evangelho de João&lt;/a&gt; propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O QUE FOI A HECATOMBE DOS CORDEIROS DO PESACH&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a &lt;a title="Bíblia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BÃ&amp;shy;blia"&gt;Bíblia&lt;/a&gt;, Deus lançou pragas contra o Egito. Na última delas, disse que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados &lt;em&gt;(com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas),&lt;/em&gt; mas os de Israel seriam poupados. Para isso, os de Israel deveriam imolar um cordeiro, e passar o sangue nas portas das casas e Deus passaria por elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rei do Egito perdeu seu filho (primogênito) e deixou que os Israeis fossem livres e poderiam ir embora. A partir de quando eles saíram do Egito ficou essa marca registrada como a 1ª Páscoa. Outra vez foi quando Jesus se sacrificou na cruz e ressussitou. Os cristãos comemoram o dia comendo pão sem fermento e tomando vinho, pois foi isso que Jesus comeu na ``Última Ceia´´.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OVO DE PÁSCOA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã! Agradeça aos confeiteiros franceses o ovo que você come na Páscoa hoje ser feito de &lt;a title="Chocolate" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate"&gt;chocolate&lt;/a&gt;. Caso contrário, você ganharia um belíssimo ovo de galinha para celebrar a data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na &lt;a title="Ucrânia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UcrÃ¢nia"&gt;Ucrânia&lt;/a&gt;, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da &lt;a title="Primavera" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera"&gt;primavera&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a title="Chineses" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chineses"&gt;chineses&lt;/a&gt; e os povos do &lt;a title="Mediterrâneo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MediterrÃ¢neo"&gt;Mediterrâneo&lt;/a&gt; também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com &lt;a title="Beterrabas" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Beterrabas&amp;action=edit"&gt;beterrabas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a &lt;a title="Idade Média" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_MÃ©dia"&gt;Idade Média&lt;/a&gt; entre os povos pagãos da &lt;a title="Europa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa"&gt;Europa&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles celebravam &lt;a title="Ostera" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ostera&amp;amp;action=edit"&gt;Ostera&lt;/a&gt;, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a title="Cristãos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/CristÃ£os"&gt;cristãos&lt;/a&gt; se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de &lt;a title="Jesus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus"&gt;Jesus&lt;/a&gt; - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, &lt;a title="Gansa" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Gansa&amp;amp;action=edit"&gt;gansa&lt;/a&gt; ou &lt;a title="Codorna" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Codorna"&gt;codorna&lt;/a&gt;) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, &lt;a title="Maria" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria"&gt;Maria&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;a title="Inglaterra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra"&gt;Inglaterra&lt;/a&gt; do &lt;a title="Século X" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ©culo_X"&gt;século X&lt;/a&gt;, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei &lt;a title="Eduardo I" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_I"&gt;Eduardo I&lt;/a&gt; (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em &lt;a title="Ouro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ouro"&gt;ouro&lt;/a&gt; ou decorados com &lt;a title="Pedras preciosas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedras_preciosas"&gt;pedras preciosas&lt;/a&gt; na Páscoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram necessários mais 800 anos para que, no &lt;a title="Século XVIII" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SÃ©culo_XVIII"&gt;século XVIII&lt;/a&gt;, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com &lt;a title="Chocolate" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate"&gt;chocolate&lt;/a&gt; - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta &lt;a title="América" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AmÃ©rica"&gt;América&lt;/a&gt;. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do &lt;a title="México" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MÃ©xico"&gt;México&lt;/a&gt;, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações &lt;a title="Maias" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maias"&gt;Maias&lt;/a&gt; e &lt;a title="Astecas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astecas"&gt;Astecas&lt;/a&gt;. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Fonte de pesquisa: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-239173323859489836?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/239173323859489836/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=239173323859489836&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/239173323859489836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/239173323859489836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/04/ovo-de-pscoa-um-rito-cristo-que-teve.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-192659866898068807</id><published>2007-03-15T09:17:00.000-07:00</published><updated>2007-03-15T09:18:45.922-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sobre nossa cegueira urbana&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo de hoje, todos nós vivemos em constante tensão. A síndrome do medo está tomando conta do cidadão comum no país. Temos medo de andar nas ruas, temos medo de levar nossas crianças ao parque, de sair somente para dar uma voltinha de carro, temos medo de estar trancados em casa, de estar em locais públicos naquele tradicional bate-papo com amigos, ir aos bancos, enfim, medo geral. Quem não tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que muitas vezes, de tão perturbados que ficamos com o stress do nosso dia-a-dia, acabamos por não valorizar pequenas coisas da vida. Ficamos cegos! Vemos, porém não reparamos no que de melhor a vida nos proporciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me então do romance de José Saramago, “Ensaio Sobre a Cegueira”. O romance conta a história de pessoas que vivem em uma cidade e aos poucos, tal qual uma endemia, as pessoas vão ficando cegas. A cidade se transforma em um caos. No meio da rua, cruzando semáforos, realizando suas atividades comuns, todos vão cegando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cegos são execrados e enviados para um tipo de asilo. Lá, ficam à mercê da própria sorte. Têm que se virar, tentar  pegar sua comida, fazer suas necessidades,  localizar seus parentes que também estão cegos, porém perdidos no meio de tantos, uma verdadeira calamidade: pessoas morrem de fome ou esmagadas, dormem no meio de fezes e urina, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o livro, as mensagens estão claras através da vivência de cada um que cega. Eles começam a valorizar pequenas coisas da vida que antes não viam. Valorizam a atenção, o amor do próximo, a união, a família, a divisão das coisas, pois se sentem pequenos e discriminados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final do livro um dos personagens pergunta: Porque foi que cegamos? O outro responde: Penso que não cegamos, penso que estamos cegos. Cegos que vêm, cegos que, vendo, não vêem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dai comecei a observar ao meu redor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do pânico que ando sentindo, diante de tantas notícias trágicas todos os dias, achei importante escrever este artigo para que possamos refletir melhor. Como estamos suscetíveis a todo tipo de acontecimento (bom ou ruim para nós), precisamos a cada momento apreciar e valorizar as coisas boas que a vida nos oferece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhar mais nossa família, aproveitar os bons momentos, acreditar na fidelidade e no amor, ser mais humano, gentil, companheiro e amigo. Ser pai, ser mãe. Vamos parar e pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo este artigo especialmente para o meu marido e companheiro, que no dia de  hoje completa mais um ano de vida; para nosso filho;  minha família, colegas de trabalho e para os meus grandes amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se podes olhar, vê. Se pode ver, repara”  -  Livro dos Conselhos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-192659866898068807?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/192659866898068807/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=192659866898068807&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/192659866898068807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/192659866898068807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/03/sobre-nossa-cegueira-urbana-no-mundo-de.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-953477258266322</id><published>2007-03-09T13:29:00.000-08:00</published><updated>2007-03-09T13:30:46.592-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pedestre, cuidado com a faixa!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os artigos 70 e 71 do Código Nacional de Trânsito dizem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 70. Os pedestres que estiverem atravessando a via sobre as faixas delimitadas para esse fim terão prioridade de passagem, exceto nos locais com sinalização semafórica, onde deverão ser respeitadas as disposições deste Código.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único. Nos locais em que houver sinalização semafórica de controle de passagem será dada preferência aos pedestres que não tenham concluído a travessia, mesmo em caso de mudança do semáforo liberando a passagem dos veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 71. O órgão ou entidade com circunscrição sobre a via manterá, obrigatoriamente, as faixas e passagens de pedestres em boas condições de visibilidade, higiene, segurança e sinalização.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem leitores, a utilização de faixas para pedestres nas vias de nossa capital, digamos que é recente, pois não têm mais de 10 anos. Desde a adoção das faixas não me recordo de haver alguma campanha de conscientização para motoristas e pedestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o motoristas no sentido de incutir a cultura de respeitar a faixa; para os pedestres a conscientização dos seus direitos e também dos cuidados que devem ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diariamente passo pela avenida Calama, nos horários de pico e observo o risco que as pessoas, principalmente as crianças que estudam na Escola 21 de Abril, correm ao tentar atravessar a via. Na esquina da Calama com a Rafael Vaz e Silva e na Abunã, logo após a Rafael Vaz e Silva, há uma faixa de pedestres para facilitar a travessias dos escolares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por diversas vezes presenciei a imprudência de motoristas de carros, de motos e também ciclistas que quase atropelam as crianças nas citadas faixas. Eu mesma, certa vez, ao atravessar a faixa com semáforo fechado para os veículos, em uma rua do centro da capital, quase fui atropelada por um motociclista!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temo por aquelas crianças que atravessam, muitas vezes sozinhas a rua. Temo também porque uma vez na faixa, eles caminham tão lentamente, que ao chegar no meio da rua, um carro ao ver a pista parcialmente liberada acelera e passa, e  o outro que vem ao lado, sem prestar a atenção, pode achar que a pista está totalmente liberada e pegar um pedestre bem no meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que falta muito trabalho de conscientização. Conscientização aos motoristas e também aos pedestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os escolares devem ser orientados a prestar mais atenção ao atravessar, devem ser orientados a não andar “tão lentamente”.&lt;br /&gt;Certa vez presenciei um estudante parar no meio da faixa e amarrar o  cadarço do seu sapato. Um pedestre chamou sua atenção e pediu que amarrasse o cadarço fora da faixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os órgãos fiscalizadores, no caso a Semtram e o Detran, devem fazer campanhas massivas na mídia para tentar conscientizar os motoristas para respeitar a faixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os guardas de trânsito devem participar intensamente nessa campanha também, mas não somente se preocupar em multar, mas sim, orientar e conscientizar os motoristas (sugestão: “Pense, se fosse seu filho, o senhor ou a senhora gostaria de saber que ele corre risco diariamente?”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um outro fato importante, é que as faixas devem estar sempre visíveis, pois muitas, até mesmo as que estão abaixo dos semáforos,  estão quase apagadas. Quem não conhece a cidade acaba passando pelas faixa sem perceber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, muito se pode  fazer para tentar amenizar esse risco constante no trânsito para os pedestres, e mais uma vez, principalmente às crianças. Imagino se eu fosse uma mãe que, impossibilitada de levar o filho à escola, confiasse na segurança que ele deveria ter. Ficaria todos os dias com “coração na mão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os interessados, segue ai algumas orientações que peguei no endereço eletrônico http://www.cobra.pages.nom.br/bmp-faixapedestres.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ATENÇÃO!Regras importantes!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1) Familiarize-se com os locais onde existem faixas para travessia de pedestres;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Não dirija a mais de 60 km por hora em ruas que tenham muitas faixas para o pedestre;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Diminua a marcha bem antes da faixa, se for parar, com atenção no retrovisor para o carro que vem atrás;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Pare, se notar com antecedência um pedestre na calçada em um dos extremos da faixa em atitude indicando que pretende atravessar a via (observada a recomendação 3, acima).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Deixe o pisca - alerta ligado enquanto estiver parado e não movimente o carro antes que o pedestre alcance a calçada do outro lado (Estando parado você atrairá a atenção do motorista que vier na outra faixa para que também ele pare o seu veículo).”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-953477258266322?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/953477258266322/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=953477258266322&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/953477258266322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/953477258266322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/03/pedestre-cuidado-com-faixa-os-artigos.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-2727693019216154577</id><published>2007-03-02T12:25:00.000-08:00</published><updated>2007-03-02T12:35:06.281-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sobre paisagismo, buganviles e pinheiros&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_0SLRL20xpzk/ReiI2zRjVMI/AAAAAAAAAAM/YE2lI-zPsdc/s1600-h/buganvile+(5).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5037426658272040130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_0SLRL20xpzk/ReiI2zRjVMI/AAAAAAAAAAM/YE2lI-zPsdc/s320/buganvile+(5).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É impressionante a “santa ingenuidade” dos paisagistas da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Semusp). Motivo: colocar um vaso com buganvile em pleno canteiro da avenida José Vieira Caúla, zona Leste da Capital. Uma planta dessas em um vaso custa em média R$ 110,00. O resultado é que um nobre cidadão, que segundo testemunhas estava em uma Hillux, roubou os vasos com as plantas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O problema é que isso já era previsível! Como tinha certeza que isso iria acontecer, tirei na quarta-feira (28), fotos da avenida com os vasos da bela planta. ( reparem na foto  abaixo que são dois vasos)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_0SLRL20xpzk/ReiJuDRjVNI/AAAAAAAAAAY/Lx2SD2KzJhg/s1600-h/buganvile+(7).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5037427607459812562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 318px; CURSOR: hand; HEIGHT: 227px" height="228" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_0SLRL20xpzk/ReiJuDRjVNI/AAAAAAAAAAY/Lx2SD2KzJhg/s320/buganvile+(7).JPG" width="320" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A prova está ai, para quem não viu os vasos. Se as algumas pessoas da cidade têm costume de “levar” as mudas até de ficos que comumente são usadas nas arborizações de vias, imagine um vaso com uma planta como a buganvile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu confesso que tenho a maior vontade de colocar uns buganviles na minha casa, mas ainda não pude desembolsar tal valor para poder enfeitar minha modesta morada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que acho realmente impressionante é essa urbanização com palmeiras. Além de estarem fora do contexto da flora regional, o custo é altíssimo. Uma muda de palmeira gerivá (essa que está na avenida Caúla), custa em média R$ 110,00. Enquanto que uma muda de ipê custa R$ 25,00 e uma de ficos, custa R$ 10,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro secretário, estamos em Rondônia, região Norte, Amazônia, próximos a linha do Equador, clima equatorial, então para que descaracterizar a região plantando esse tipo de árvores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que os ficos foram retirados da avenida Caúla, entramos em contato com o secretário, Jair Ramires, e o mesmo informou que as árvores estavam quebrando os canteiros, invadindo os esgotos, por isso estavam sendo retiradas. Até ai, tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário informou que ali seriam plantados ipês. Legal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante foi a informação do secretário de que estava com o projeto de uma nova urbanização para a avenida Jorge Teixeira. Vai plantar “pinheiros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso mesmo leitor: pinheiros. Planta originária do hemisfério norte, que a todo custo, dada uma tradição de Natal, acaba tendo que se adaptar mundo afora. Também são plantados extensamente no hemisfério sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazendo umas digressões e conjeturas, será que o secretário está pensando lá na frente, e imagina um natal porto-velhense cheio de luzes nos pinheirinhos da Jorge Teixeira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessariamente, as luzes de Natal não devem ser colocadas em pinheiros. Cada região valoriza sua vegetação na ornamentação nessa época do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma muda de pinheiro, pequena, custa em média R$ 40,00. Só que se elas forem plantadas com esse porte, certamente vão parar nas casas de muitos cidadãos que são loucos para terem um pinheiro em casa, mas que não têm coragem de comprar nos viveiros. Terão o mesmo destino dos buganvilles da avenida Caúla.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-2727693019216154577?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/2727693019216154577/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=2727693019216154577&amp;isPopup=true' title='9 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/2727693019216154577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/2727693019216154577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/03/sobre-paisagismo-buganviles-e-pinheiros.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_0SLRL20xpzk/ReiI2zRjVMI/AAAAAAAAAAM/YE2lI-zPsdc/s72-c/buganvile+(5).JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-117269870257969675</id><published>2007-02-28T13:33:00.000-08:00</published><updated>2007-02-28T13:38:22.593-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Um país de faz de conta&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá mais para fechar os olhos,  utilizar a tática do avestruz e fazer de conta que vivemos em um país democrático. Bem disse o ministro do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Marco Aurélio de Mello em seu discurso de posse, ao afirmar que vivemos em um país de faz-de-conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mello chegou a citar que:  "Perplexos, percebemos, na simples comparação entre o discurso oficial e as notícias jornalísticas, que o Brasil se tornou um país de faz-de-conta. Faz de conta que não se produziu o maior dos escândalos nacionais, que os culpados nada sabiam - o que lhes daria uma carta de alforria prévia para continuar agindo como se nada de mal tivessem feito. Faz de conta que não foram usadas as mais descaradas falcatruas para desviar milhões de reais, num prejuízo irreversível em país de tantos miseráveis. Faz de conta que tais tipos de abusos não continuam se reproduzindo à plena luz, num desafio cínico à supremacia da lei, cuja observação é tão necessária em momentos conturbados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avestruz costuma enterrar a cabeça e esperar o vendaval passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nosso país de faz de conta as leis existem para serem burladas. As denúncias se concretizam, as tragédias acontecem, os bandidos comandam a vida dos cidadãos de bem, a roubalheira corre solta e nada acontece para mudar esse cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas estão acomodadas e limitam-se e viver sob constante pressão e medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando será que vai haver no nosso país a revolução de uma sociedade organizada que pretenda unicamente defender seus direitos em prol de dignidade para nossas vidas, justiça social, igualdade de direitos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso estado, Rondônia, não foge à regra geral, alguns dizem até que é outro país, mas infelizmente, só pegou as coisas ruins do país vizinho, o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta segurança, saneamento básico, educação, saúde, emprego, preparação de profissionais para o mercado de trabalho, ações sociais, opções de lazer, comprometimento com o dinheiro público... e tantas outras fatalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar, somos obrigados a ver que as bravatas são feitas com o único intento de prejudicar um bem coletivo em prol de um bem pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo maior: a covardia de tentar impedir que novos empreendimentos sejam instalados em nossa cidade. Vale lembrar que as principais leis que regem o liberalismo e o neo-liberalismo sãs a Livre Concorrência e a Lei da Oferta e da Procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A constituição Federal, estabelece a livre concorrência como princípio geral da atividade econômica, conforme o artigo 170, inciso IV da Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, a Lei nº 8.884/94, que dispõe sobre a Defesa da Concorrência, estabelece :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 20. Constituem infração da ordem econômica, independentemente de culpa, os atos sob qualquer forma manifestados, que tenham por objeto ou possam produzir os seguintes efeitos, ainda que não sejam alcançados :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I - limitar, falsear, ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência ou a livre iniciativa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II - dominar mercado relevante de bens ou serviços."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 21. As seguintes condutas, além de outras, na medida em que configurem hipótese prevista no art. 20 e seus incisos, caracterizam infração da ordem econômica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV - limitar ou impedir o acesso de novas empresas ao mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V - criar dificuldades à constituição, ao funcionamento ou ao desenvolvimento de empresa concorrente ou de fornecedor, adquirente ou financiador de bens ou serviços;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XVIII - vender injustificadamente mercadoria abaixo do custo."&lt;br /&gt;A população da capital só vê com bons olhos a livre concorrência, o aumento de investimento na capital, o aumento de oferta de empregos, a valorização dos bens e dos nossos serviços, aumento na arrecadação, enfim, várias portas novas e de oportunidades que surgirão para essa calejada população que é diariamente explorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se tornou rotina, quase que diariamente, ver nosso  dinheiro jogado na lama, como se não tivesse valor algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhadores, empresários sérios, funcionários públicos, prestadores de serviços, todos contribuem para encher o bolso de políticos que só pensam no seu bem comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está claro que as denúncias sem fundamentação alguma, citadas em jornal diário da capital sobre a construção do Shopping Porto Velho,  trabalham em prol de um grupo que quer para si o gozo privilegiado de regalias comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com novos empreendimentos, só quem tem a ganhar é o povo do Rondônia. Mas para certos grupos empresariais, quem deve ganhar são eles. O povo que se dane!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho uma boa sugestão  procurar conhecer como estão as obras feitas por esta construtora que pretende fazer o shopping em uma região afastada da cidade, de difícil acesso, com ruas em péssimo estado de conservação e que comumente costumam ficar alagadas na época das chuvas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-117269870257969675?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/117269870257969675/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=117269870257969675&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/117269870257969675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/117269870257969675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/02/um-pas-de-faz-de-conta-no-d-mais-para.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-117163889776606501</id><published>2007-02-16T07:09:00.000-08:00</published><updated>2007-02-16T07:36:17.356-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/449916/prisao2peq.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/320/751820/prisao2peq.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;CERCADOS POR TODOS OS LADOS&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo pela manhã, assistindo a um noticiário nacional , ouvi o comentário do apresentador sobre a violência urbana que dizia: “de que adiantam muros altos, cercas elétricas, cães ferozes e segurança pessoal se numa determinada hora teremos que entrar ou sair de casa? A solução, talvez, fosse ficarmos trancados dentro de casa!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo com o comentário do apresentador, várias vezes penso nisso. Lembrei-me das noites em que tinha que chegar em casa perto das 11h da noite todos os dias da semana em virtude do horário de saída da faculdade (&lt;em&gt;era necessário abrir o portão, entrar com o carro na garagem, fechar o portão, abrir a casa, entrar. Ufa, que alívio ao entrar!),&lt;/em&gt; pois sentia-me totalmente vulnerável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já virou rotina ver todos os dias nos jornais as principais ocorrências policiais, bandidos que invadem e furtam bens em residências, rendem famílias, apontam armas para crianças, etc. É difícil encontrar alguém próximo a nós que já não foi vítima dessa violência urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem mesmo, meu vizinho estava em casa reunido com a família, assistindo tv, quando foi surpreendido por três marginais, armados, que renderam sua família, agrediram sua cunhada com uma coronhada na cara, amarraram todos, vasculharam toda a casa e levaram tudo que era possível carregar. “Só não levaram o som e o aparelho de tv porque estavam a pé”, disse a vizinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra completar essa “onda”, que na verdade já pode ser chamada de “tsunami”, estamos no carnaval! A turma precisa de dinheiro para curtir no meio dos foliões, quer estar nos blocos, que ir para os clubes, quer tomar todas... É carnaval, afinal. Aquela que deveria ser a verdadeira manifestação da cultura popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje não passa de ostentação, segregação social e racial, prática, cientificamente comprovada, de sexo promíscuo &lt;em&gt;(aumenta o número de doenças sexualmente transmissíveis, número de gravidez indesejada),&lt;/em&gt; aumento de violência, agressão aos brincantes, mortes. Tudo que traz desconforto e infelicidade para muitas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Particularmente, sou contra essa festa brasileira. Algumas pessoas saem com o intuito verdadeiro de se divertir, outras somente para fazer o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando essa “tsunami” de violência generalizada, a Câmara dos Deputados aprovou nos dias 14 e 15 deste mês algumas medidas para tentar amenizar a prática de crimes no país &lt;em&gt;(aumento da penalidade para maiores que influenciam menores na prática de crimes hediondos, dificuldades para a progressão da pena também em crimes hediondos, falta grave para uso de celulares por detentos do sistema prisional, e proibição do contingenciamento de verbas para a segurança pública defendida pelo presidente Lula),&lt;/em&gt; mas ainda falta passar pelo Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acredito que isso possa resolver alguma coisa. Para mim, falta investimento básico, educação, distribuição de renda adequada, investimento social, menos roubalheira dos cofres públicos pelos políticos, membros dos demais poderes e órgãos públicos. Isso sim, talvez pudesse nos garantir mais segurança!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu ex-professor de faculdade, Hamilton Lima, lembrou uma citação de Moacir Franco, que quando deputado federal falou em plenário: “parem de falar de direitos humanos, vamos falar dos humanos direitos”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-117163889776606501?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/117163889776606501/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=117163889776606501&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/117163889776606501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/117163889776606501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/02/cercados-por-todos-os-lados-logo-pela.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-117079069241653286</id><published>2007-02-06T11:35:00.000-08:00</published><updated>2007-02-06T12:15:48.830-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;VELHOS BONS TEMPOS DO PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Legenda:&lt;/strong&gt; Garotas tiram foto, naquele local que deveria ser um dos principais cartões postais de Porto Velho. Não há praça, bancos, jardim. Tiveram que subir em um pedaço de madeira para tentar pegar uma boa imagem, ao fundo, um cidadão se acomoda em outro tronco para apreciar a natureza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/661314/mirante.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 316px; CURSOR: hand; HEIGHT: 208px" height="223" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/320/13032/mirante.jpg" width="316" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesse último final de semana cheguei a uma conclusão terrível: não há em PortoVelho um único lugar público em que se possa apreciar “de graça” o pôr-do-sol e curtir a brisa proporcionada pelo majestoso rio Madeira. Acompanhe a minha jornada, junto com a família, na busca de um lugar aprazível em área urbana da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciando a maratona fomos ao antigo Mirante III. Por quê antigo? Porque agora a lanchonete tomou conta do lugar então é “Lanchonete Mirante III”. Nos idos anos 80, antes ali havia uma bela calçada com banquinhos de concreto e um amplo espaço para que nós, em um momento de terapia, namoro, paquera ou simplesmente um bate-papo com amigos, pudéssemos sentar e ficar ali o tempo que se achássemos necessário, sem se preocupar com o incomodado e inconveniente garçom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, uma muralha, com clara característica de segregação social, separa quem pode pagar de quem não pode pagar. Detalhe: os bancos de concreto sumiram e o espaço ficou espremido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, fomos ao antigo Mirante I. Também ali havia uma pracinha, ampla, com vista privilegiada para o rio e para a cidade. Pois é, a praça também está depredada. Não há bancos, nem mesmo alambrado, um perigo pra quem resolve ir lá tirar umas fotos acompanhado de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lanchonete está fechada para reforma. Mas se estivesse aberta, certamente também teria uma muretinha para separar quem paga de quem não paga, uma vez que já não existem mais os banquinhos e quem quisesse sentar teria que usar as mesas do bar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos para o Mirante II. Adivinhe! Sim, totalmente mudado também. Grande lanchonete, a maldita mureta, uma soverteria e... Nada de local para curtir o pôr-do-sol tranqüilamente sem sermos incomodados por um garçom.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/254726/mirante%20(1).jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="204" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/320/63485/mirante%20%281%29.jpg" width="215" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Agora, como última tentativa, chegamos na praça Madeira-Mamoré. Impossível ficar ali acompanhado de um bebê. Esgoto a céu aberto misturado com fedor de xixi e de óleo saturado; música alta e de muito mal gosto, sendo que além do som das barracas, há ainda o som que vem dos flutuantes ancorados ali próximo; mato para todo lado e, claro, o garçom. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;(Legenda foto acima: esgoto aberto logo na chegada das lanchonetes na beira do rio)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não quero que os garçons pensem que tenho algo contra eles, estão fazendo seu trabalho. Mas tenho contra o poder público que não nos garante um local aprazível para poder levar a família, amigos e visitantes para curtir um pouco a natureza que a cidade permite a sua comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que houve um tempo na Madeira-Mamoré, às margens do rio, em que ali era realmente uma praça. Grama bem cuidada, para que alguns pudessem deitar-se, ler um bom livro, conversar, namorar, tirar fotos. Gente que época boa! No fim de tarde as pessoas iam lá para curtir a paisagem sem ser incomodado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a pracinha logo na entrada, tinha uma grama aparada, iluminada, local de diversão para crianças. Eu mesma já brinquei por lá em idos tempos. Agora também fede e é horrível. Museu fechado, locomotivas corroídas pela ação do tempo, um verdadeiro cenário de terror!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, eu e a minha família fomos no dia seguinte em busca de um local distante, chamado de Cujubim Grande, às margem do rio Madeira, próximo de São Carlos, ambos distritos de Porto Velho. Lá achamos uma casa humilde de uns moradores do local, bosqueado, limpo, com bancos de madeira cuidadosamente feitos sob uma calçada e que nos proporcionavam o belo prazer de sentir a brisa e observar o majestoso curso do rio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;color:#3333ff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;(Legenda: bares ocupam a antiga pracinha e poluem o ambiente com som alto e muito lixo)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/629041/mirante%20(3).jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/320/649164/mirante%20%283%29.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;ÁREA DA UNIÃO&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acontece caros leitores que toda essa área às margens do rio Madeira em que antes haviam os Mirantes e a praça da Madeira Mamoré, assim como um determinado espaço do local em que os trilhos da velha EFMM estão localizados, pertencem à União.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comerciantes que usam esse lugar atualmente possuem uma autorização precária de Inscrição de Ocupação do Imóvel emitida pela Gerência Regional do Patrimônio da União de Rondônia (GRPU/RO), pagando apenas uma taxa anual à GRPU. Esta autorização pode ser cancelada em qualquer tempo, caso a prefeitura ou outro órgão do Estado ou da própria União solicitem a área para ficar sob sua responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o poder público quiser para si estas áreas e transformá-las novamente em praças isso é perfeitamente possível. Basta uma solicitação formal à GRPU/RO do local e informação sobre a finalidade do espaço, as benfeitorias, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-117079069241653286?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/117079069241653286/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=117079069241653286&amp;isPopup=true' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/117079069241653286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/117079069241653286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/02/velhos-bons-tempos-do-porto-legenda.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-116984668207594993</id><published>2007-01-26T13:16:00.000-08:00</published><updated>2007-01-26T13:24:42.153-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Será que teremos que mudar o hino de Rondônia?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;“...Aqui toda a vida se engalana&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;De beleza tropical,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Nossos lagos, nossos rios,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Nossas matas, tudo enfim”&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Esse trecho despreendido da última estrofe do (belíssimo) “Hino de Rondônia, sempre foi para mim, e acredito que para tantos outros rondonienses, motivo de orgulho. Só que com o passar do tempo e com o crescimento descontrolado da agropecuária e da exploração extrativista, receio que muito em breve teremos que acrescentar uma outra estrofe nesse tão bucólico e épico hino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IBGE divulgou  no dia 25 deste mês, que Rondônia tem o maior percentual de área desmatada em relação ao seu território (28,5%). Cita o relatório que “...Até 1978, o percentual sequer chegava a 2%. No geral, as principais causas do desmatamento na Amazônia e, mais especificamente em Rondônia, são o aumento da população, em função da migração estimulada pelo governo; o crescimento da indústria madeireira, aliado à ampliação do número de estradas e rodovias; e as queimadas, que são feitas para o desenvolvimento da pecuária e da agricultura”, cita a matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada contra o crescimento econômico. Que fique bem claro. Mas acredito que a exploração dos produtos naturais deve ter controle e conscientização de quem pratica. É preciso pensar no amanhã; desmatar, mas reflorestar;  preservar as reservas naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum para quem anda pelas estradas do nosso estado, ver o grande número de animais silvestres mortos no meio do caminho. Os pobres bichos tentam fugir das queimadas, alagações ou de seus predadores e acabam ficando pelas estradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os motoristas, inconscientes, acabam por atropelá-los!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há lugares por onde ando hoje, os mesmos que andava  no mínimo há 10 anos, e  vejo com tristeza a prática de abusos com a natureza. Margens de rios devastadas para dar lugar ao pasto. Até as crianças do ensino básico hoje sabem que não se pode destruir a mata ciliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o início do fim! Vários artigos científicos e matérias jornalísticas já tentaram e ainda tentam chamar a atenção para a devastação da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento que meu filho, e tantas outras pessoas amantes da natureza não poderão conhecer os locais  que um dia apreciei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando bem, acho que num futuro bem próximo não teremos  apenas que acrescentar uma nove estrofe,  mas sim mudar  todo o hino de Rondônia no que tange as rimas que os  autores citaram  quanto os esplendores da nossa natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale relembrar o hino:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Quando nosso céu se faz moldura,&lt;/p&gt;Para engalanar a natureza,&lt;br /&gt;Nós, os bandeirantes de Rondônia&lt;br /&gt;Nos orgulhamosDe tanta beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Como sentinelas avançadas,&lt;br /&gt;Somos destemidos pioneiros,&lt;br /&gt;Que nestas paragens do poente&lt;br /&gt;Gritam com força:&lt;br /&gt;Somos brasileiros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Nesta fronteira de nossa pátria,&lt;br /&gt;Rondônia trabalha febrilmente,&lt;br /&gt;Nas oficinas e nas escolas,&lt;br /&gt;A orquestração que empolga toda gente.&lt;br /&gt;Braços e mentes forjam, cantando,&lt;br /&gt;A apoteose deste rincão,&lt;br /&gt;Que com orgulho exaltaremos,&lt;br /&gt;Enquanto nos palpita o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Azul, nosso céu é sempre azul,&lt;br /&gt;Que Deus o mantenha sem rival,&lt;br /&gt;Cristalino, muito puro,&lt;br /&gt;E o conserve sempre assim.&lt;br /&gt;Aqui toda a vida se engalana&lt;br /&gt;De beleza tropical,&lt;br /&gt;Nossos lagos, nossos rios,&lt;br /&gt;Nossas matas, tudo enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Música:&lt;/strong&gt; José de Mello e Silva&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Letra:&lt;/strong&gt; Joaquim de Araújo Lima&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-116984668207594993?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/116984668207594993/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=116984668207594993&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116984668207594993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116984668207594993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/01/ser-que-teremos-que-mudar-o-hino-de.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-116837831009116764</id><published>2007-01-09T13:11:00.000-08:00</published><updated>2007-01-12T09:43:51.936-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/315289/foto_lixo_capital.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 318px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center" height="240" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/320/644/foto_lixo_capital.jpg" width="319" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;***O LIXO DA POPULAÇÃO&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo ano é a mesma coisa. No inverno amazônico as desculpas dos administradores de Porto Velho se repetem, mudam apenas as pessoas: a culpa é de administrações anteriores, a chuva está atrapalhando os trabalhos das máquinas, vamos esperar o verão. Porém o verão chega... o verão passa e nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a novidade é que um secretário do município, afirmou categoricamente em um telejornal local, que a culpa das ruas ficarem alagadas nessa época de chuva é da população, pois o povo joga lixo na rua, nos esgotos e entope os canais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como a população pode jogar o lixo nas lixeiras públicas, se o lixo não é nem recolhido regularmente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como exemplo, a foto acima foi tirada de um bairro que todo ano é atingido pelas águas da enchente do Madeira, no bairro Cai n'Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem que os cientistas políticos comentam que o povo brasileiro não sabe votar. Para os políticos o povo é apenas um mero número nas urnas, e esse número pode ter seu bilhete vendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exigir cultura, nessa hora senhor secretário, de uma população é muito fácil! Porém a realidade é outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um país em que existe a má distribuição de renda, em que boa parte da população vive na linha da pobreza ou da mais pura miséria, em que o ensino público é de péssima qualidade, saúde pública, quando há, é prestada por servidores em claro estado de insatisfação e tantas outras desgraças para a humanidade, dizer que a culpa é da população é muito cômodo e uma verdadeira ofensa. Tenha santa paciência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso fazer o básico: orientar a população intensamente quanto a limpeza; fazer campanhas de massa e cobrar a realização do serviço público; resolver o problema e não ficar dando desculpas ultrapassadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a população vai jogar o lixo no lixo se o lixo não é recolhido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;***CUIDADO, PAGUE SUA CONTA EM DIA!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas não devem andar muito bem para a Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), cuidado consumidor! Aquelas famílias que tinham o costume de sempre pagar uma conta e deixar outra para o mês seguinte em função do orçamento apertado, estão em maus lençóis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora o corte é imediato, com apenas uma conta em atraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que nem chega mais aviso de cobrança ou de corte. Usou, pagou! Quem pagar em dia terá energia, quem não puder, ficará sem alternativa. Cadê a privatização?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria ótimo ter alternativas para comprar energia de outros fornecedores. A concorrência é saudável para o nosso bolso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas fazer o quê? Essa foi a política escolhida pela nação brasileira. Afinal, uma das bandeiras mais defendidas pelo PT foi a não privatização. Agora o jeito é aguentar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-116837831009116764?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/116837831009116764/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=116837831009116764&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116837831009116764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116837831009116764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2007/01/o-lixo-da-populao-todo-ano-mesma-coisa.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-116732185143792494</id><published>2006-12-28T07:51:00.000-08:00</published><updated>2007-01-02T13:35:05.880-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>AGORA A CULPA É DOS EMPRESÁRIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado está vivendo uma outra guerra de poderes. Porém agora é entre empresas privadas (Grupo Gurgacz) e Ivo Cassol, que tem ao seu lado a máquina do governo. A Eucatur se diz vítima de perseguição fiscal, pois , segundo afirma Acir Gurgacz, podem haver mais de 20 mil empresas sonegando impostos em Rondônia. O governo diz que faz seu papel e que defende apenas os direitos dos cidadãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guerra esta que começou após a deflagração da Operação Garoupa, que por sinal já indiciou Expedido Junior, Val Ferreira e outros envolvidos na compra de votos. A partir daí tanto o governador como Expedito começaram a atacar com palavras o grupo Gurgacz, seu sistema de comunicação e a empresa de ônibus Eucatur, na mídia e em reuniões empresariais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que para se defender, utilizando aqui uma figura de linguagem, Acir Gurgacz acabou falando mal do vizinho. Se a Eucatur nada deve, então se responsabilize e fale somente por ela. Agora não pode comprometer ou citar outras empresas que na hora devida de uma fiscalização, terão que se preocupar com sua situação de regularidade, nada mais e com ninguém mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, se há empresas que sonegam impostos é em face da amplamente discutida alta taxação de impostos e também da legislação trabalhista ultrapassada do nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leve-se em conta também, a existência de alguns fiscais que já chegam achacando ou que se deixam corromper, quando de uma fiscalização. Comentários à parte, alguns fiscais com salários de funcionários públicos, mas que ostentam vida de novos ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento senhor Acir que diante desta guerra que está imperando novamente no nosso estado (antes era poder Executivo com Legislativo), o senhor tenha feito tal citação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVOS NO PODER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ano novo que se inicia devemos renovar nossas expectativas e torcer que um novo cenário dos bastidores políticos se desenrole em Rondônia. Sem aqueles velhos truques já conhecidos e amplamente divulgados em processos investigatórios. No dia 1º, Cassol toma posse, no mês seguinte, é a vez de novos e alguns experientes deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano promete começar agitado,politicamente, para definir quem será eleito o novo presidente da Casa de Leis. Muita coisa irá acontecer nessa guerra de poder. O governo lutará por um nome aliado, a oposição tentará impor um representante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só como sugestão, não se esqueçam do povo. Os eleitores estão ficando mais espertos, e a tendência é a cada eleição, continuarem se fazendo de bestas para usar as provas contra vocês, políticos que costumam comprar votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia Federal está ai só investigando. Tem gente que vai assumir que terá muito que se explicar. Ou seja, dinheiro jogado fora. A coisa vai apertar. Quem sabe, se houver penalidades, assumam candidatos que conseguiram seu votos de forma lícita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORTOGRAFIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um certo jornal impresso com edições diárias há tempos está cometendo um erro grave ortográfico. Está acentuando uma palavra paroxítona, que não deve ser acentuada, reza o Português Instrumental. Enquete (pronunciando fonéticamente o som é o seguinte: enquéti), não deve ter acento, pois paroxítonas que terminam em “e” não são acentuadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errar é humano, diz um velho ditado. Todos cometemos erros. Mas esse já vem se repetindo há muito tempo. Vamos corrigir, pois o povão lê e acaba assimilando como correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COSTA E SILVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano termina e as promessas de resolver com urgência máxima o desabamento da rua Costa e Silva, no bairro Nacional, não se concretizaram. No dia 04 de julho o superintendente do Dnit, anunciou que as obras começariam em breve. No dia 27 de outubro, o ministro dos Transportes anunciou aos moradores do local que o processo licitatório para o início da obra seria tratado com prioridade máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, a população continua sofrendo os contratempos da interdição da rua, os motoristas de carros de pequenos porte, tendo que se imprensar entre o tráfego de carretas em uma única via.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei várias vezes fazer contato com o Dnit para apurar como está o processo, porém em vão! Ninguém pôde me dar informação, ou se interessou em ligar de volta para responder aos questionamentos da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ORÇAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem muita confusão, e sem muitas diligências, como aconteceu no ano passado, o Orçamento 2007 foi aprovado. Os valores foram cortados e feito somente uma reserva de contingência para o Tribunal de Justiça e Ministério Público. Isso para remanejar verbas para aplicação de obras sociais, Defensoria Pública, escolas agrícolas e outros setores da administração pública, disse o relator do orçamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém a Assembléia Legislativa não se intimidou diante de levantamento feito pelo Tribunal de Contas, que constatou irregularidades no gasto do orçamento daquela Casa com a folha de pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em levantamento, a ALE/RO utilizou irregularmente no período de 27 meses, um valor médio anual de R$ 44.606.907,42. O TC chegou a este número em conjunto com os valores apurados pela Polícia Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como, oficialmente, a ALE/RO anunciou que havia feito recadastramento de todos os servidores comissionados e que corrigiria possíveis erros, porquê os nobres deputados insistiram em manter o valor do Orçamento do ano de 2006, já que daquele valor, até o mês de agosto de 2006 a Casa já havia utilizado 94,04% do que deveria ser gasto com pessoal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TC sugeriu o valor de R$ 73.642.455,48, porém a ALE aprovou o valor de R$105.568.173,00, o mesmo de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao cidadão comum, e eleitor cabe a pergunta: então a casa continua e continuará pagando seus fantasmas? Vamos ficar de olho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VISUAL NOVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade está mudando! novas fachadas, cores novas, decoração arrojada e moderna. É a era do mármore e do blindex, disse meu colega de redação, Andreoli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As avenidas Carlos Gomes e Pinheiro Machado têm sido as mais privilegiadas com esse toque moderno. Aliado a essa modernidade, é notório o aumento de construções, condomínios, novas empresas e ampliação de outras através de filiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será o reflexo usinas do Madeira? Tudo indica. A cidade se prepara para receber novos moradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, aliado a essa modernização não vi ainda novos investimentos em ampliação da rede escolar, de esgotos,  asfalto decente e de saúde no município. A prefeitura tem muito que fazer para preparar a cidade para receber a multidão que virá à Capital, assim que as obras das usinas iniciarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagina a superlotação dos postos e hospitais, nossa região é endêmica para a malária, principalmente. O Cemetron certamente não dará conta de receber mais pessoas do município, e o JP II, sem comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um brinde, e um ano novo de mais conscientização e realização para todos nós, para nossa cidade e Estado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-116732185143792494?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/116732185143792494/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=116732185143792494&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116732185143792494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116732185143792494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2006/12/agora-culpa-dos-empresrios-o-estado.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-116654466379557076</id><published>2006-12-19T08:02:00.000-08:00</published><updated>2006-12-21T05:38:08.190-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Vivo: atendimento ou desatendimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi um comentário na segunda(18), bem interessante enquanto aguardava atendimento na loja da Vivo. Uma senhora, indignada com a falta de respeito com que essa empresa de telefonia está tendo com seu caso, comentou: “esse sistema de atendimento deveria se chamar “sistema de não atendimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senhora em questão reclamava de um serviço que parece não ter solução, se depender do “bom atendimento que vem recebendo”. Ela já havia registrado quatro protocolos, e ido cinco vezes a loja da Vivo, e as pessoas, ditas responsáveis, nada conseguiram fazer para resolver o problema dessa cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava na loja, na condição de representante deste jornal para tentar resolver o problema de troca de nossos aparelhos. Já estamos nessa peleja há quase dois meses. Solicitamos a troca de três aparelhos. Mais de um mês após a solicitação, recebemos apenas dois. Isso sem contar que houve uma série de contratempos para recebermos essas duas unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos até agora com uma linha desativada por falta de aparelho. O pior é que essa, é justamente a linha que mais investimos na divulgação junto às nossas fontes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jornalista sem fonte é como uma empresa sem dinheiro em caixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recebi da Vivo uma desculpa esfarrapada de falha no sistema, e devo aguardar mais uma semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante caros leitores, é que essa empresa investe bastante na divulgação de sua marca em eventos festivos. Será coincidência, ou ela é realmente adepta daquela máxima filosófica de Maquiavel : &lt;em&gt;ao povo pão e circo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo clássico deste circo oferecido ao povo é o Carnaval Fora de Época. Os organizadores do Carnaval, certamente têm a Vivo no mais alto conceito, pois é uma grande parceira. Esse é certamente o evento festivo de Rondônia em que a Vivo mais tem seu retorno comercial, pois o público não é só da capital, mas do interior e de outros estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto será que a Vivo investe todo ano nesta festa destinada a alegrar o povo. A empresa deve achar o máximo patrocinar este circo de farra, bebedeiras, que favorece o sexo promíscuo, assaltos, enche as ruas de sujeira, e perturba os moradores do local com a poluição sonora, etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada disso importa! A Vivo está junto do povo, afinal. Deixando bem forte a sua mensagem subliminar! Isso sem contar que ela pode abater o investimento no Imposto de Renda, claro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora quando os usuários precisam de um serviço de qualidade, quando precisam ser bem recebidos, tratados como gente ou cliente, ao invés de simples números, o retorno esperado não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atendimento recebido nas lojas da Vivo é péssimo. E no atendimento virtual? Piorou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você consegue completar uma ligação, discando todos aqueles números, o atendente muitas vezes não sabe resolver o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tanto sofrimento nas tentativas de ser atendido, e do grande tempo perdido, eles ainda pedem para você não desligar e dar uma nota ao atendimento! Vê se pode. Parece que o cliente não tem nada para fazer mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obrigação da empresa é de atender bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, ao invés de usar seu nome em eventos que nada têm de cultural, poderiam treinar melhor seus funcionários. Fazê-los se conscientizar que têm a obrigação de tratar bem o cliente, resolver seus problemas e não olhá-los como se fossem o cocô do cavalo do bandido. Sem falar naquele risinho irônico dado pelos funcionários, como se nada estivesse acontecendo, ao final de um atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é á toa que as empresas de telefonia são campeãs de reclamações no Procon. Parece que reclamar no Procon é pouco. A penalidade deveria ser maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ai? Será que alguém já teve boas experiências com a Vivo. Só na hora de comprar o aparelho, aposto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-116654466379557076?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/116654466379557076/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=116654466379557076&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116654466379557076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116654466379557076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2006/12/vivo-atendimento-ou-desatendimento.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-116622162638541530</id><published>2006-12-15T14:23:00.000-08:00</published><updated>2006-12-15T14:27:06.396-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Cadê a defesa dos direitos humanos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Foi preciso acontecer dois incidentes com arma de fogo nas escolas para que a Secretaria de Estado da Educação, Secretaria Municipal de Educação, diretores de escola  e os órgãos fiscalizadores organizassem uma reunião para discutir o que fazer, a fim de garantir segurança para as crianças e adolescentes nas escolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o acidente tivesse acontecido com o filho de uma autoridade, em escola pública ou privada, certamente as providências teriam sido tomadas no dia seguinte à primeira tragédia, que culminou com a morte de um adolescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nossa infelicidade, no nosso país as coisas só funcionam assim. Pobre não tem vez. Só na hora de ir pra cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadê o Ministério Público? Cadê a Ordem dos Advogados do Brasil? Cadê a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos (que só vejo aparecer quando acontecem rebeliões em  presídios). O uso indevido de armas nas escolas também deve estar na pauta dos representantes da Comissão de Direitos Humanos.  O nome já diz tudo: &lt;strong&gt;DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a reunião que aconteceu dia 14,  apenas apresentou ao secretário de estado da educação &lt;strong&gt;SUGESTÕES&lt;/strong&gt;  que serão analisadas (segundo o mesmo a curto prazo). No meu ponto de vista, de nada adiantou. Acredito que isso vai acabar no esquecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  mais cômico foi a sugestão de colocar policiais na porta das escolas! Se isso vier a acontecer será um mero paliativo, pois, se falta efetivo nas ruas, imagine para  manter dois policiais na porta de cada escola, nos três turnos de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que uma ação realmente emergencial seria a contratação de seguranças particulares para as escolas e  a instalação de uma central para denúncias anônimas. Além dessas medidas emergenciais deve-se reforçar a orientação e acompanhamento periódico de psicólogos para os alunos e pais;  cobrança da direção da escola para que estes se integrem mais no ambiente escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevenção é a melhor alternativa. Que tranqüilidade pode ter uma pai que acha que seu filho está seguro na escola? No memomento, nenhuma!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-116622162638541530?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/116622162638541530/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=116622162638541530&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116622162638541530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116622162638541530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2006/12/cad-defesa-dos-direitos-humanos-foi.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37789717.post-116492024797286098</id><published>2006-11-30T12:52:00.000-08:00</published><updated>2007-01-12T10:04:33.230-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>MEU BLOG ESTÁ NO AR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/443188/cris_blog.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/443188/cris_blog.jpg"&gt;http://photos1.blogger.com/x/blogger/2488/4246/1600/443188/cris_blog.jpg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após mais de um ano trabalhando na redação deste jornal eletrônico, que vem crescendo em termo de audiência e credibilidade de forma inimaginável, antes, resolvi começar a escrever o meu blog. Pretendo colocar aqui comentários dos&lt;br /&gt;bastidores que comumente presenciamos na nossa profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digamos que seria mais ou menos como um &lt;em&gt;making off&lt;/em&gt; da notícia e comentários gerais sobre nossa cidade e nosso dia-a-dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não esquecendo também de tecer comentários favoráveis as ações de pessoas anônimas, públicas, empreendedoras, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Àqueles que ainda não me conhecem, sou nova no jornalismo, graduada pela Faculdade de Ciências Exatas e Letras de Rondônia (Faro), no final do ano de 2005, faço parte da histórica e polêmica primeira turma de jornalismo do estado de Rondônia, que aguarda com muita ansiedade, o reconhecimento do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórica, porque é a pioneira. Polêmica porque causou muito &lt;em&gt;frisson&lt;/em&gt; entre os colegas que já atuavam na área e não creditam que o curso daria certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de chegar aqui, trabalhei em várias empresas conceituadas da cidade e trago comigo o carinho e o respeito que cultivei por onde passei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como jornalista, dedico-me a produção de matérias para nosso site (www. rondoniaovivo.com), reportagens de rua, apuração de denúncias, e ainda fiquei com o trabalho de manter organizada nossa pequena empresa na parte administrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com tempo bastante corrido, pois estou com um bebê LINDO chamado João Pedro, que tem fez seis meses neste mês de novembro, espero deixar neste blog minha contribuição ao pensamento crítico, ao amadurecimento de idéias e um pouco mais sobre aquilo que foi ou não notícia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37789717-116492024797286098?l=cristinabarros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cristinabarros.blogspot.com/feeds/116492024797286098/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37789717&amp;postID=116492024797286098&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116492024797286098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37789717/posts/default/116492024797286098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cristinabarros.blogspot.com/2006/11/meu-blog-est-no-ar-httpphotos1.html' title=''/><author><name>Ana Cristina Barros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11946082561613775409</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
